Como fazer?
A implantação não começa pelo comando técnico: começa pela definição do cenário do cliente. Em alto nível, ela acontece em três momentos:
- Alinhar o ambiente — entender onde o sistema vai rodar e o que a TI do cliente permite.
- Definir formato, banco e licença — escolher como entregar e como o sistema vai se conectar.
- Instalar, validar e combinar a operação — subir a solução, testar e deixar claro quem cuida de backup, atualização e suporte.
1. Entender o ambiente do cliente
Antes de falar em instalação, confirme:
- onde o sistema será instalado (servidor Windows ou Linux);
- se o cliente permite Docker;
- qual banco de dados será usado (PostgreSQL ou SQL Server 2019+);
- se o servidor terá acesso à internet;
- quem será o responsável técnico do cliente;
- quais portas, acessos e regras de firewall precisam ser liberados;
- qual é a política de backup e a janela de manutenção.
Essas respostas definem o formato de entrega e a licença. O detalhamento de cada opção (Docker/Compose, Windows Server, Linux sem Docker; licença online, hybrid ou offline) está na página técnica.
2. Executar
A partir daqui o trabalho é técnico: gerar o pacote, preparar o servidor, instalar, aplicar as atualizações de banco, iniciar os serviços e validar login, API e licença.
O passo a passo completo da execução — formatos de entrega, geração do bundle, instalação offline, update e rollback — está em Implantação On-Premise (Air-gap).
3. Combinar operação e atualização
Depois que o ambiente está funcionando, deixe combinado com o cliente:
- quem monitora o servidor;
- quem executa backup;
- como abrir chamados;
- como aplicar novas versões e qual é o plano de rollback;
- quais testes devem ser feitos após cada atualização.
Veja Responsabilidades e checklist para a divisão entre H1 e cliente.